Em tempos de seca, de terra árida, onde tempos se desequilibram com estações vale lembrar o que outras nações já idas e perdidas, aqui sentiram e manifestaram.
Filosofia Náhualt (Mejico)
“Es verdad que se vive sobre la Tierra?
No para siempre en la tierra: sólo un poco aquí.
Aunque jade se quiebra,
Aunque oro, se rompe,
Aunque sea plumaje de quetzal se desgarra,
no para siempre en la tierra: sólo un poco aquí…”
Da poesía lírica azteca:
“Qué hará mi corazón?
Acaso sólo en vano vino a la Tierra?
Me iré de otra manera que las flores que fenecieron?
Nada ha de quedar de mi fama que de algún modo dure?
Nada dejaré en la Tierra, cuando me haya ido?
Al menos flores, al menos cantos.
Qué hará mi corazón?
Acaso sólo vino a la Tierra en vano?”
Pensamentos para refletir no começo de semana, que podem perdurar para sempre se ouvidos e lembrados…
Ter mais o que deixar que rixas e desencontros, dissonâncias e desequilíbrio, seja para a Terra ou entre nós…
Buscar ir além do superficial, ater-se menos a pequenos detalhes que impeçam a união entre aqueles que Nela, a Terra encontram mais do que imagens, e sim espíritos vivos e necessitados.
Buscar mais denominadores em comum do que diferenças… Para sarar a Terra devemos sarar nossas mentes e a harmonia encontrar.
Pensar naquilo que nossa religiosidade declama e não somente divagar…Afinal somos tão poucos. Mas que unidos podem formar uma rede que sustente nossas crenças e faça mais por todos.
Foram egos, egocêntricos dos conquistadores os que dissiparam os conquistados…
Que tal deixar de medir forças e somar lado a lado? Tornando viva a palavra de quem já com a Terra viveu em sincronia?
Bênçãos dos meus, dos teus Antigos!
Luciana Onofre