“Houve um tempo em que não eras uma escrava, lembra-te disso.
Caminhavas sozinha, alegre, e banhavas-te com o ventre nu.
Dizes que perdeste toda e qualquer lembrança disso, recorda-te…
Dizes que não há palavras para descrevê-lo, dizes que isso não existe.
Mas lembra-te. Faze um esforço e recorda-te.
Ou, se não o conseguires, inventa”.
‘Les Guérillères’
Monique Witting
A liberdade em poder buscar nossas trilhas não foi perdida apenas no ontem, hoje muitas de nós, sofrem em ter que dar respostas, e justificativas para o nosso caminhar.
Não apenas em se justificar para com outros alhéios à nossa realidade, mas principalmente para com aqueles que em tese seguem os mesmos rumos.
Sente hoje saudade quem não consegue ser sem ter que se explicar, explicar os por quês da sua vida, das escolhas, dos passos dados para frente ou para atrás…
É premente que a liberdade seja instaurada, e que os nossos seres queridos, amigos e correlatos saibam nós amar sem tanto exigir, ou condenar.
Os dedos em riste de outrora, da época das fogueiras que tanto execramos, ainda pairam no ar…
Luciana Onofre

Trio Cesarini disse,
8 08UTC Julho 08UTC 2008 às 12:34 pm
Eu quero fazer parte , tenho sementes de manga, pitanga , acerola…. O que escrevo em URI?