
Sonhei com uma deidade de manera ímpar…
Me vi nela, dentro dela, senti o que ela sentia ou sentiu.
Vi coisas que imagino seja o submundo.
Senti o piso seco, frio…
Senti as emoções que ela sentia .
Me olhei num espelho e me vi e a vi.
E entendi finalmente por que sou como sou.
Entendi finalmente que sempre esteve ali o que tudo era, e eu não via.
De tanto ver o que ninguém vê…
Entendi minhas companhias.
Entendi minhas falas com eles.
Minha eterna relação com o mundo dos já idos.
E entendi que é Ela, minha deusa amiga.
Sei que o sonho foi a forma que Ela mantêm de diálogo comigo.
Que é esse meio o que Ela usou para me dizer: Sou Eu…
Pequenos sinais, falas, situações, sentires nele me mostraram claramente quem Ela é:
Proserpina…
Imagem: Statue of Proserpina in the roman garden at Birmingham’s botanical gardens.
celia disse,
31 31UTC Outubro 31UTC 2008 às 1:01 pm
oi flor
que real bênção ter um sonho deste quilate, em que enxergamos o material básico de que é tecida a nossa alma de uma forma que faz todo o resto se encaixar.
seja abençoada.